A Educação é o único caminho

Cidades Geminadas na Aventura da Paz

Ano: 2003

Período: 29 de Agosto a 18 de Outubro

Distância: 13.500 Km

Territórios: Angola, Rep. Democrática do Congo, Congo-Brazaville, Gabão, Camarões, Nigéria, Benin, Burkina-Fasso, Mali, Mauritânia, Sahara Ocidental, Marrocos, Espanha e Portugal

Participantes: João Pedro Pereira, Tito Baião

A Viagem          Fotos          Observações          Patrocinios

Luanda – Uma Janela para o Atlântico

(…) nós vamos em busca da luz, os teus filhos Mãe (todas as mães negras cujos filhos partiram) vão em busca da vida (…)

Agostinho Neto (in Adeus à hora da largada)

Em solo achado por Diogo Cão em 1482, a cidade é fundada por Paulo Dias de Novais em 1576, erguendo-se inicialmente em torno da Fortaleza de S. Miguel.

Luanda desenvolveu-se bordando as águas de uma bela e ampla baía, estendendo-se pelos morros fronteiros.

O seu porto formado entre a escarpa onde se ergue a cidade, a ilha de Nossa Senhora do Cabo e a Ponta de Dande é um dos mais importantes portos da costa ocidental de África.

Cumprindo o seu destino nestas últimas décadas de abrigo dos desterrados da guerra, irá enfrentar o seu novo desafio – Capital de um imenso País que se lança na promissora aventura da paz. “…que a ponte já construída entre Luanda e Porto, permita um intenso movimento entre os nossos povos…”

Porto – defensor da Pátria e da Liberdade

(…) a minha boa e leal cidade do Porto que mui trabalhou comigo(…) ministrando ajudas e despesas por manter a verdade que eu defendia(…)

Rei D. João I (na hora da sua aclamação)

Segundo Arnaldo Gama, excelso evocador dos evos citadinos, desde os primeiros tempos da nossa vida nacional o Porto tornou-se famoso na história portuguesa pelo espírito liberal… lutou continuamente para realizar a liberdade que o animava como instinto e qualidade essencial. Lutou contra os bispos, lutou contra os nobres e obrigou os reis a reconhecê-lo, lutou contra os invasores e, até, contra o tredo e truculento Marquês de Pombal.
Já lá vai esse tempo, o tempo em que a cidade, conforme a irónica graça popular, produzia bem quatro coisas: dinheiro, morangos, nevoeiros e patriotas, em que a Praça Nova impunha a sua vontade ao Terreiro do Paço, em que os burgueses no chão com força batiam os tamancos e assustadamente reis e ministros ouviam o rijo taroucar. Hoje, não é dos tripeiros a cidade, mas de toda a gente. O infrene urbanismo e a magna população advendiça corromperam os característicos da cidade, a força do Porto, o valor do burgo. Fica porém, a sua história.

Carlos de Passos (in Enciclopédia pela Imagem edição Lello & Irmão)

O Projeto

O projecto consiste em fazer chegar às populações carenciadas de Angola medicamentos que permitam às organizações humanitárias presentes no terreno algum incremento na sua capacidade de ministração de tratamentos adequados aos que deles necessitam.

Estabelecer a ligação terrestre entre Angola e Portugal atravessando toda a África Ocidental e contactando com os povos e culturas desta região do globo.

Mais uma vez reconfirmar que a humanidade é de uma só qualidade em todo o planeta, simplesmente distribuída por várias raças e múltiplas etnias e culturas.

Promover a cultura, a Portugalidade (a Língua e a Pátria Portuguesa), e a ideia que faz de todo o homem um irmão.

 
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